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Tirania tupiniquim
Há dias, o presidente Lula da Silva disse que sobre sua visita ao Irã, que acontecerá em breve, satisfações são devidas apenas ao povo brasileiro. A fala presidencial foi um recado à Casa Branca, que tenta conter o avanço de Teerã rumo à falta de liberdade no país e ao enriquecimento irresponsável de urânio. Como o presidente brasileiro segue os ditames de Havana, que agora defende o sanguinário e truculento Mahmoud Ahmadinejad, o presidente brasileiro quer que os aiatolás cumpram a Constituição brasileira, algo que ele e seus companheiros não fazem desde que chegaram ao poder.Para justificar o injustificável, o presidente-metalúrgico disse: “O Brasil mantém sua posição. O Brasil tem uma visão clara sobre o Oriente Médio e sobre o Irã. O Brasil entende que é possível construir outro rumo. Eu já disse para o Obama: Não é prudente encostar o Irã na parede. O que é prudente é estabelecer negociações. Eu quero para o Irã o mesmo que quero para o Brasil: utilizar o desenvolvimento da energia nuclear para fins pacíficos. Se o Irã tiver concordância com isso, terá apoio do Brasil. Se quiser ir além disso, o Irã irá contra o que está previsto na Constituição brasileira e, portanto, não podemos concordar.”
A culpa pelo relançamento do comunismo a nível mundial foi do papa João Paulo II, que caiu na esparrela de Fidel Castro e aceitou o convite para visitar a ilha caribenha que há décadas vive sob a ditadura. À época, aos comunistas faltava apenas acabar com a pecha de anti-Cristo. Agora, com os olhos voltados para a mais polêmica porção do planeta, os comunistas latino-americanos apelam para o totalitarismo criminoso que se esconde sob os ensinamentos de Allah.
